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  Sexta, 30 de Setembro de 2016
   
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VII Fórum "Boas Práticas em Saúde Mental", a 29-09-2016

11ªs Jornadas sobre Comportamentos Suicidários", a 30-09-2016

Grande Hotel do Luso

 

O Centro de Responsabilidade Integrado de Psiquiatria (CRIP) do CHUC resolveu este ano juntar dois eventos:
O VII Fórum "Boas Práticas em Saúde Mental", a 29-09-2016, e as 11ªs Jornadas sobre Comportamentos Suicidários", a 30-09-2016, no Grande Hotel do Luso.

Os tempos que estamos a viver, aconselham que sejamos comedidos nas nossas iniciativas, sem prejuízo do desenvolvimento e da permuta entre profissionais de conhecimentos e competências nas várias áreas dos cuidados em Saúde Mental.

Esperamos que com um programa diversificado, onde cabem mesas e conferências sobre as variadas temáticas psiquiátricas, possamos colmatar uma notória contracção de eventos científicos.

Vamos providenciar para que os vários palestrantes abordem os conteúdos numa perspectiva teórico-prática, transmitindo-nos também o “como fazer” na prática clínica.

Esperamos que os Colegas e todos os profissionais que nos venham a honrar com a sua presença, partam de Coimbra com a sensação de ter mais uma vez valido a pena.

É um convite para que venha até nós… poderá inscrever-se   AQUI

 

A Psiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das diferentes formas de sofrimentos mentais, sejam elas de cunho orgânico ou funcional, com manifestações psicólogicas severas.

São exemplos: a depressão, o transtorno bipolar, a esquizofrenia e os transtornos de ansiedade.

A meta principal é o alívio do sofrimento e o bem-estar psíquico. Para isso, é necessária uma avaliação completa do paciente, com perspectivas biológica, psicológica, de ordem cultural, entre outras afins.

Uma doença ou problema psíquico pode ser tratado através de medicamentos ou terapêuticas diversas, como a psicoterapia, prática de maior tradição no tratamento.

A avaliação psiquiátrica envolve o exame do estado mental e a história clínica.

Testes psicológicos, neurológicos, neuropsicólogicos e exames de imagem podem ser utilizados como auxiliares na avaliação, assim como exames físicos e laboratoriais. Para uso dos testes devem ser procurados os profissionais específicos autorizados para aplicá-los. Os procedimentos diagnósticos são norteados a partir do campo das psicopatologias; critérios bastante usados hoje em dia, principalmente na saúde pública, são a CID-10 da Organização Mundial de Saúde, e o DSM-IV da American Psychiatric Association.

Os medicamentos psiquiátricos são parte importante do arsenal terapêutico, o que é único na Psiquiatria, assim como procedimentos mais raramente utilizados, muito já criticados na história do movimento psiquiátrico, como a eletroconvulsoterapia. A psicoterapia também faz parte do arsenal terapêutico do psiquiatra, embora seja bem melhor utilizada por outros profissionais de saúde mental: Psicólogos e Psicanalistas. No entanto, a ferramenta da psicoterapia é sempre útil para as entrevistas diagnósticas e orientações; para prática-la o psiquiatra deve fazer a formação complementar. Os serviços psiquiáticos podem fornecer atendimento de forma ambulatorial ou em internamento. Em casos de sofrimento grave do paciente e risco para si e para os outros que o cercam, a indicação de internação pode até ocorrer de forma involuntária. Tanto a clínica quanto a pesquisa em psiquiatria são realizadas de forma interdisciplinar.


A palavra Psiquiatria deriva do Grego e quer dizer "arte de curar a alma"


Aparentemente, a Psiquiatria originou-se no século V A.C., enquanto que os primeiros hospitais para doentes mentais foram criados na Idade Média. Durante o século XVIII a Psiquiatria evoluiu como campo médico e as instituições para doentes mentais passaram a utilizar tratamentos mais elaborados e humanos. No século XIX houve um aumento importante no número de pacientes. No século XX houve o renascimento do entendimento biológico das doenças mentais, introdução de classificações para os transtornos e medicamentos psiquiátricos. A antipsiquiatria ou movimento anti-psiquiátrico surgiu na década de 1960 e levou à desinstitucionalização em favor aos tratamentos na comunidade. Estudos científicos continuam a buscar explicações para as origens, classificação e tratamento dos transtornos mentais.

Os transtornos mentais são descritos por suas características patológicas, ou psicopatologia, que é um ramo descritivo destes fenômenos. Muitas doenças psiquiátricas ainda não têm cura. Enquanto algumas têm curso breve e poucos sintomas, outras são condições crônicas que apresentam importante impacto na qualidade de vida do paciente, necessitando de tratamento a longo prazo ou por toda a vida. A efetividade do tratamento também varia em cada paciente.

 

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